Abismo 0 m

Desça até
onde a luz
não chega.

Role para começar a descida

↓ role
Zona epipelágica

A superfície
ainda lembra do sol

Nos primeiros 200 metros, a luz solar ainda penetra a água. É aqui que quase toda a vida marinha visível acontece — cardumes, recifes, o brilho verde-azulado familiar.

0 m — 200 m
Zona mesopelágica

O crepúsculo
perpétuo

Entre 200 e 1.000 metros, a luz enfraquece até desaparecer. Criaturas começam a fabricar a própria luz — a bioluminescência deixa de ser exceção e vira linguagem.

200 m — 1.000 m
Zona batipelágica

Escuridão
absoluta

Abaixo de 1.000 metros não sobra fóton nenhum vindo de cima. A pressão passa de 100 atmosferas. A vida aqui é lenta, escassa e estranhamente paciente.

1.000 m — 4.000 m
Zona abissopelágica

O silêncio
tem peso

A temperatura beira o congelamento. A água pesa sobre tudo como uma decisão definitiva. Menos de 1% dos oceanos foi observado por olhos humanos até aqui.

4.000 m — 6.000 m
Zona hadal — a fossa

Você chegou
ao fundo.

Este é o ponto mais profundo do planeta habitável. Daqui, só resta subir — e tudo que desceu junto com você começa a fazer sentido, visto de baixo.